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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Mariana Mortágua ou Mriana Mtágua?

Hoje, um pequeno e curto apontamento.

Fiquei impressionada com as justificações que Mariana Mortágua publicou hoje no seu twitter a propósito da sua inflamada e desastrada intervenção sobre impostos a cobrar a quem acumule riqueza (ou poupança? qualquer coisa parecida, não é suposto aprofundar, tamanho é o impulso com que afirma ... impulsos!). Escreve as suas justificações de modo tão apressado quanto aquilo que pretende justificar; incapaz de escrever uma frase completa, inteira, com pleno português. Prefere abreviaturas, qual adolescente em conversa de rede social com os amigos. E assim escolhe a linguagem com que comunica com o país.

Talvez faça de propósito...é mais moderno, mais actual e talvez venha a celebrar novo acordo ortográfico que descaracterize ainda mais a nossa língua para aproximá-la de um estado vegetal de abreviaturas, despojado de passado e desprovido de futuro.

Lamentável.
A impunidade com que afirma o imponderável e...pior ainda...o total e pleno consentimento desse partido obsoleto que (des)governa a Nação.

E agora, a parte mais séria...como é possível justificar este tema com mensagens curtas e populistas?
É tão fácil desmontar as suas justificações, descobrir incoerências, contradições...é pena, porque evidenciara qualidades de análise aquando da Comissão Parlamentar do caso BES.

Na realidade, a culpa não é da Mariana (sim, é este o nome, não se usa abreviaturas quando se pretende dignificar o que se escreve); a responsabilidade é de quem a rodeia, de quem a inflama, de quem se apoia na sua juventude e protagonismo para conquistar influência em temas de ruptura que mais facilmente possam aumentar rapidamente as receitas do Estado e assim continuar a adiar o que é estruturante.







2 comentários:

  1. Tenho recordado bastante nos últimos dias o encontro do Major Otelo com o PM sueco Olof Palme. Enquanto o Major Otelo se preocupava em acabar com os ricos na Suécia a preocupação era acabar com os pobres. Caminhos bem diferentes para um fim igual ?

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  2. Lamentável, não é?
    É como se costuma dizer "pior a emenda que o soneto" porque esta menina Mortágua, entendo eu, não falou demais: disse o que lhe vai na alma, ou seja, um ataque a quem queira investir em Portugal que com gente desta não vai sair do atoleiro em que a esquerda (a menos radical - que agora se meteu com a radical - para se manter à tona de água nos meteu.
    Até quando?

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