Desde que este governozinho de acordos precários entre perdedores assumiu funções, que deixei de escrever neste blog. "A minha manifestação" foi viva enquanto acreditei em como íamos dar a volta aos penosos acontecimentos. Escrevi enquanto me senti num país a sério, com determinação. Enquanto me senti "navegar por mares nunca dantes navegados" numa Europa nervosa e plena de desafios. Com coragem e ambição.
Mas sinto-me num país de brincadeira. De experimentalismo. Que ora faz, ora desfaz, como se não houvesse quaisquer impactos. Uma espécie de governo de adolescentes cheios de sonhos de adultos, inconscientes e destravados, numa bebedeira de medidas avulsas e sem nexo.
Sinto que "deve ser tudo a fingir"...como diria uma criança nos seus teatros.
António Costa é o político mais perigoso que chegou ao poder, desde que me conheço. Um ditador disfarçado de democrata. À conta da sua sobrevivência política no seu partido, subverteu as regras e negociou com tudo e todos, com a obssessão de poder.
Em Bruxelas, vende promessas. No país, vende sonhos. No OE, indica o resultado e manda recompôr as variáveis. Ilusionista e vendedor de emoções, simula menos IRS para aumentar todos os outros impostos indirectos que pagamos diariamente; desfaz a lógica de redução de IRC; relança dúvidas, relança instabilidade, devolve feriados e horas aos funcionários públicos sem problemas de consciência com o desemprego no sector privado. Engorde-se de novo o Estado. Desfaça-se o que se tentou construir.
Assim como vendeu um país maravilhoso aos investidores chineses e, ao mesmo tempo, vendeu o mesmo país mas em estado de declínio aos portugueses...(lembram-se?)
Promove a incompetência dos jovens, ao eliminar exames, uma loucura agora reprovada pelo próprio Conselho das Escolas. Terá ele, António Costa, sido humilhado em algum exame para o qual não tenha estudado? Tudo indica que sim...aparenta gerir o país à medida dos seus complexos e apoiado nas suas artes de negociação, assim disfarçando os tiques de ditador. Baralha, dá de novo, e o resultado é pior do que dantes.
É evidente que a fatura será tremenda...e é evidente que não será ele a ter que pagar, enquanto 1º Ministro.
O que este político deixa como testemunho à geração mais jovem:
1. Não interessa conseguir argumentos para ganhar; se perderem, negoceiem com os outros perdedores;
2. Não estudem porque não há exames; sejam incompetentes mas façam amigos;
3. Assim que alcancem o poder, desrespeitem o passado.
Assim vivemos uma revolução surda de costumes, uma destruição de património. Assim se banaliza a incompetência. Assim se cultiva a vergonha de ser europeu e, pior do que isso...a vergonha de ser português. Um país de batota.
E por isto, "a minha manifestação" está suspensa...nascerá de novo quando voltar a sentir esperança na gestão do meu país.
É isso mesmo !
ResponderExcluirSubscrevo, na integra!
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